Federalismo • República • Autonomia • Soberania

Princípios claros. Compromisso público. Confiança para escolher.

O Programa FERAS identifica e certifica candidatos comprometidos com a Carta de 21 Princípios da Liga Federalista Nacional.

Eleições 2026

Uma referência para o eleitor

O FERAS aproxima discurso, compromisso e posicionamento público. A certificação oferece ao cidadão informações objetivas para reconhecer candidatos que assumem, de forma transparente, princípios definidos.

Compromisso verificável

O candidato conhece a Carta, declara sua adesão e apresenta ressalvas fundamentadas quando houver divergência.

Análise independente

O Conselho de Ética e Curadoria (CEC) avalia informações, manifestações públicas, propostas, entrevistas e posicionamentos do candidato.

Consulta pública

Os aprovados integram a futura Central de Candidatos FERAS e recebem autorização para utilizar o selo.

Como funciona a certificação

Todo o processo de avaliação é conduzido com independência, sigilo e decisão colegiada.

1Carta

Leitura e compromisso formal.

2Cadastro

Preenchimento do formulário.

3Ressalvas

Justificativas quando necessárias.

4Análise

Verificação pelo CEC.

5Deliberação

Aprovação por unanimidade.

6Certificação

Selo e inclusão na Central.

Por que o FERAS existe?

Mais do que promessas: princípios e responsabilidade.

A proposta é ampliar a possibilidade de o eleitor conhecer previamente os compromissos assumidos pelos candidatos, especialmente nas eleições proporcionais.

“Eleger candidatos sérios, preparados e comprometidos com princípios claros é fundamental para que o povo tenha maior controle sobre seus representantes.”
Certificação não é endosso

A certificação FERAS não constitui apoio partidário, recomendação de voto, participação na campanha ou garantia sobre a atuação futura do candidato.

Sigilo e recurso

Em caso de indeferimento, a comunicação é feita exclusivamente ao candidato, com fundamentação e possibilidade de recurso conforme as regras do Programa.

Esclarecimento Institucional

FERAS certifica. O eleitor decide.

A Liga Federalista Nacional (LFN) esclarece que a certificação concedida pelo Programa FERAS Candidatos Conservadores Autenticados não constitui endosso, apoio eleitoral, indicação ou recomendação de voto em favor de qualquer candidato.

O Programa tem caráter apartidário e informativo. Sua finalidade é oferecer ao cidadão uma referência sobre candidatos que, voluntariamente, se submetem à análise de seus compromissos, posições públicas e convergência com a Carta de 21 Princípios e Temas.

A análise e a decisão de certificação competem exclusivamente ao Conselho de Ética e Curadoria (CEC), órgão autônomo e soberano do Programa, igualmente apartidário. A Liga Federalista Nacional não interfere em suas deliberações.

A certificação significa apenas que o candidato foi considerado, pelo CEC, compatível com os critérios estabelecidos pelo Programa. Não implica pedido de voto, apoio eleitoral ou compromisso da LFN com a candidatura ou com a futura atuação do candidato.

O FERAS não financia, produz ou impulsiona propaganda eleitoral. O candidato certificado é responsável por sua própria campanha e pela utilização do Selo FERAS, observadas as normas eleitorais.

Após as eleições, o CEC continuará exercendo suas funções e poderá analisar, pelos mesmos princípios e critérios, os cidadãos que desejarem se submeter à avaliação para eventual associação à Liga Federalista Nacional.

A certificação é uma referência. A escolha é do eleitor.

Carimbo FERAS
Liberdade, Ordem e Prosperidade

CARTA TEMÁTICA PELA LIBERDADE, ORDEM E PROSPERIDADE

Esta é a Carta de 21 Princípios e Temas do Programa FERAS. Abra cada item para conhecer integralmente os compromissos que orientam a certificação. Os textos completos e a notícia do lançamento também estão nesta publicação da LFN.

1. Defesa intransigente da vida

Reconhecimento da vida humana desde a concepção, com oposição absoluta ao aborto em qualquer fase, exceto em caso de risco real e comprovado de vida da mãe. Defesa inegociável da dignidade humana em todas as etapas existenciais.

2. Liberdade e responsabilidade pessoal

A liberdade individual é o valor supremo, mas ela é indissociável da responsabilidade pessoal. O Estado não pode proteger o indivíduo de suas próprias escolhas livres, nem assumir a responsabilidade por falhas que são inerentes à condição humana.

3. Direito à autodefesa e porte de armas

Garantia absoluta do direito ao porte e uso de armas de fogo para legítima defesa individual e familiar. O Estado deve garantir a segurança, mas não pode monopolizar a defesa do cidadão contra o crime.

4. Propriedade privada, livre concorrência e livre iniciativa

A propriedade é um direito natural e anterior ao Estado. O Estado deve tratar com respeito e incentivar quem empreende, investe e gera riqueza e empregos, eliminando a burocracia asfixiante e garantindo a segurança jurídica para o capital.

5. Combate a monopólios, oligopólios e cartéis

O Estado deve garantir a livre concorrência, impedindo ativamente a formação de monopólios, oligopólios e cartéis, aperfeiçoando a fiscalização, como a do CADE, para que o mercado funcione de forma justa.

6. Revogação da Reforma Tributária antifederativa

Revogação imediata da Reforma Tributária recentemente aprovada pelo Congresso Nacional, que concentrará 100% de todos os tributos sobre o consumo na União, retirando a capacidade de autossuficiência dos estados e cidades, que passam a ser dependentes de um comitê de redistribuição similar a um “soviet”. A autonomia fiscal deve ser restaurada para que estados e municípios gerem suas próprias receitas e gastos.

7. Simplificação do Brasil e resgate da confiança

Combate implacável à burocracia excessiva. Revogação de leis absurdas, portarias, resoluções e atos normativos que paralisam a iniciativa privada e o cidadão. É absolutamente necessário resgatar a confiança nas instituições, pois apenas a confiança recomporá a coesão social e permitirá o desenvolvimento. O Brasil precisa de leis claras, suficientes e rigorosamente aplicadas.

8. Federalismo pleno e autossuficiência estadual

Autonomia legislativa, judiciária, tributária e administrativa total para estados e municípios. Estados autossuficientes devem gerir suas próprias áreas de Educação, Saúde, Saneamento, Segurança e Infraestrutura. Cidades livres para decidir sobre remuneração de vereadores e candidaturas independentes. Estados com insuficiência estrutural e financeira serão tratados como territórios federais assistidos até a conquista da respectiva autossuficiência. Tais ideais devem orientar a prática legislativa a privilegiar estados, municípios e cidadãos, e não mais o Estado Federal e sua gigantesca máquina. Isso significa também lutar contra privilégios e contra o corporativismo estatal que fere a moralidade prevista no artigo 37 da Constituição Federal.

9. Soberania nacional contra agendas globalistas

Defesa firme contra imposição de agendas globalistas que violem os interesses do Povo Brasileiro. Isso inclui a defesa da soberania nacional diante de imposições de organismos internacionais e agendas externas que contrariem a Constituição e os interesses nacionais.

10. Imigração regulada e integração cultural

Regulação severa da imigração. Vedação absoluta de imposição de culturas estrangeiras, sectarismos ou religiões que contradigam a cultura nacional e a sociedade brasileira, seja em núcleos locais ou regiões mais amplas. Exigência de compromisso assinado de respeito às leis, instituições e costumes brasileiros por parte de imigrantes.

11. Candidaturas independentes e reforma política

Garantia do direito à candidatura independente, sem necessidade de filiação partidária. No processo eleitoral, transparência total no escrutínio com a contagem pública de votos em cada seção eleitoral e ampla reforma política, incluindo os partidos políticos, para garantir a participação cidadã direta e efetiva.

12. Fim absoluto da prescrição de penas

A pena só se extingue pelo cumprimento integral da sentença. Fim da prescrição para todos os crimes, independentemente da natureza ou tempo decorrido, garantindo que a justiça não seja burlada e pondo fim à impunidade.

13. Penalidade severa para crimes hediondos

Instituição da prisão perpétua para crimes hediondos e de alta periculosidade. Castração química obrigatória para estupradores, sem prejuízo do cumprimento integral da pena. A justiça deve ser exemplar e dissuasória.

14. Trabalho obrigatório e separação de presos

Obrigatoriedade do trabalho para todos os presos. Separação rigorosa por nível de periculosidade. A ressocialização não se aplica a criminosos hediondos, psicopatas ou autores de crimes violentos, que devem cumprir penas efetivas e isoladas, sem convívio com a população carcerária comum.

15. Guerra total ao tráfico de drogas

Proibição absoluta do tráfico e uso de drogas ilícitas. Penalização severa e exemplar para traficantes, enquadrados para a prisão perpétua, com foco na desarticulação de redes criminosas e na recuperação de dependentes como doentes.

16. Proteção ambiental local

Contra qualquer crueldade animal. Respeito aos animais de produção e de companhia. Introdução do conceito de Responsividade: a relação equilibrada e responsável do ser humano com a Natureza, sem submissão a ela como se fosse um deus ou uma nova religião. A responsividade é uma vida de cuidado, investimento e retorno em ciclo contínuo. A sustentabilidade não pode ser um dogma ideológico nem servir a propósitos contrários à liberdade e à autonomia humanas, mas deve buscar um equilíbrio prático em que o mercado, diante do esgotamento de recursos, encontre novas soluções tecnológicas. Proteção ambiental baseada na propriedade privada e na responsabilidade local.

17. Educação para a liberdade

Vedação de doutrinação ideológica, seja de gênero, política ou religiosa, nas escolas. Fomento ao desenvolvimento da lógica, do raciocínio abstrato e concreto, da educação financeira e da formação de cidadãos livres. Liberdade de cátedra para professores, com proibição absoluta do uso da sala de aula para proselitismo político ou ideológico.

18. Família e contratos de união civil

Reconhecimento exclusivo da família natural, formada por pai, mãe e filhos, como base fundamental da sociedade, com proteção legal e incentivos à sua estabilidade. O Estado garantirá os contratos de união de pessoas do mesmo sexo para fins de direitos patrimoniais, respeitando a liberdade de associação civil e o direito de propriedade, sem imposição de agendas ideológicas sobre a estrutura familiar tradicional.

19. Igualdade perante a lei

A única igualdade admitida em um Estado de Direito é a igualdade de todos perante a Lei. Não há lugar para privilégios, cotas ou discriminações baseadas em raça, gênero, classe, orientação política ou qualquer outro fator.

20. Descentralização dos programas sociais

Transferência, na medida do possível, de todos os programas sociais federais para a gestão dos estados. O Governo Federal poderá subsidiá-los no período de transição, mas a gestão, a eficiência e a responsabilidade serão estaduais, com foco em profissionalização, educação e rede de proteção social temporária.

21. Rejeição ao planejamento centralizado e a ideologias totalitárias

Condenação explícita a qualquer ideologia de planejamento centralizado, socialização dos meios de produção, da propriedade, da cultura e da educação, tais como o socialismo e o comunismo. O poder deve estar o mais próximo possível do cidadão, rejeitando modelos que historicamente geraram fome, miséria e opressão.

Conselho de Ética e Curadoria (CEC)

Órgão independente e soberano responsável pela análise e deliberação dos pedidos de certificação.

Sra. Lígia Zepellini
Sra. Lígia Zepellini

Escritora

Cláudio Freitas
Cláudio Freitas

Engenheiro Mecânico

Narli Resende
Narli Resende

Professora e Gestora Pública

Ulisses Alfredo Santos Lima
Ulisses Alfredo Santos Lima

Administrador e Guia de Turismo Adaptado para PCDs e Filho de Aluguel

Dr. Maurício dos Santos Pereira
Dr. Maurício dos Santos Pereira

Advogado

Dr. Artur Alves Moreira
Dr. Artur Alves Moreira

Advogado

CADASTRO DOS CANDIDATOS

Submeta sua candidatura à análise do CEC

Preencha os dados, conheça os termos e declare seu compromisso. Divergências em relação à Carta devem ser justificadas de maneira fundamentada.

Torcemos para que sua candidatura seja aprovada. Assim, ela poderá figurar na lista de candidatos conservadores autenticados e ser conhecida por um número maior de pessoas. Se ainda tiver alguma dúvida sobre a Carta, acesse aqui o texto original.

Leia os Termos de Uso e Conformidade com o Programa FERAS

TERMOS DE USO E CONFORMIDADE COM O PROGRAMA FERAS

O candidato inscrito no formulário declara que tem pleno conhecimento da CARTA TEMÁTICA PELA LIBERDADE, ORDEM E PROSPERIDADE, composta por 21 Princípios, e deseja submeter-se à avaliação do Conselho de Ética e Curadoria (CEC) da Liga Federalista Nacional (LFN) para ser listado como candidato verificado em face de suas posições, discursos e propostas. O candidato aprovado poderá usar o selo FERAS em sua campanha eleitoral, às suas expensas. A Liga apenas disponibiliza a certificação e não indica especificamente nenhum candidato.

CLÁUSULA PRIMEIRA: DA CONCORDÂNCIA GERAL

O CANDIDATO declara estar em plena concordância com a totalidade dos 21 itens da Carta Temática ou com sua maioria absoluta, reconhecendo-os como essenciais para a reconstrução do Brasil, baseados na liberdade, na ordem e na prosperidade.

CLÁUSULA SEGUNDA: DA POSSIBILIDADE DE RESSALVAS FUNDAMENTADAS

  1. O CANDIDATO poderá manifestar discordância parcial com um ou mais itens da Carta, desde que apresente justificativa escrita fundamentada, filosófica, técnica ou política.
  2. O CEC analisará a justificativa em caráter sigiloso.
  3. O CEC poderá indeferir o pedido se não houver justificação à ressalva; se a justificativa carecer de fundamentação lógica, filosófica, jurídica ou política; ou se houver incoerência grave com os princípios nucleares da Carta.
  4. Caso o CEC aprove o cadastro, com ou sem ressalvas, o CANDIDATO receberá Certificado Oficial de Aprovação, autorização para produzir material de campanha com o Selo FERAS e inclusão automática na lista pública de Candidatos FERA no site da Liga.

CLÁUSULA TERCEIRA: DA ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE

A LFN e o CEC não se responsabilizam por atos, declarações ou condutas do CANDIDATO durante ou após a campanha. O CANDIDATO assume total responsabilidade civil e penal por suas ações.

CLÁUSULA QUARTA: DO SIGILO E INVESTIGAÇÃO

O CANDIDATO autoriza a LFN a realizar investigação de dados públicos sobre sua trajetória para fins de análise do CEC. Tanto o envio do cadastro ao CEC como as deliberações do Conselho são sigilosos.

CLÁUSULA QUINTA: AUTORIZAÇÃO DE USO DE IMAGEM

O CANDIDATO, caso aprovado, autoriza o uso de sua imagem e a inscrição de seu nome na lista de candidatos do site da Liga. Ao marcar o aceite no formulário, o CANDIDATO declara concordar com estes termos.

Conhece um candidato com esse perfil?

Convide-o a conhecer o Programa FERAS e assumir publicamente um compromisso com princípios claros.

LISTA DE ESPERA

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